Scrum - Projetos Ágeis e Pessoas Felizes

Cesar Brod

Capítulos

Prefácio da 3ª edição (rolling edition)

Embarcando na viagem ágil, por Cláudio Machado

Prefácio da 2ª edição

Dos pesquis aos bahs e tchês, passando pelas Cataratas do Iguaçu, por Carolina Borim

Prefácio da 1ª edição

Duas cesarianas no mesmo dia, por Franklin Carvalho

Parte I

Para entender o Scrum

Parte II

A prática do Scrum

Parte III

Aprimorando o Scrum

Parte IV

Outros usos do Scrum

Parte V

Dinâmicas Ágeis

Posfácio

A resposta é 42

9.2.5 – O mínimo produto viável e o planejamento de versões

Quando definimos o Product Backlog de um produto, devemos nos certificar de que seus itens mais prioritários são os que irão nos levar a um mínimo produto viável: aquele que permitirá aos usuários começarem a contribuir com o projeto. Por isso, quando refinamos os itens do Product Backlog, concentramos nossos esforços nos itens que estão dentro da versão (release) na qual estamos trabalhando, ou começaremos a trabalhar em breve. A primeira versão é, justamente, a que irá constituir o mínimo produto viável. Uma vez exposto aos usuários esse mínimo produto viável, a própria interação deles com o produto nos auxiliará no refinamento das versões seguintes.

Steve Jobs costumava dizer: “Não devemos dizer sim para todas as coisas. Devemos dizer não para tudo, a não ser para o que é de crucial importância.” De fato, quando o primeiro iPhone foi lançado, ele não tinha sequer as funcionalidades de busca textual ou de copiar e colar. Outro bom exemplo é o site e aplicativo para compras coletivas Groupon, cujo mínimo produto viável foi uma ferramenta de blog (WordPress) onde um grupo inicial de 20 pessoas combinava compras coletivas.

O gráfico na Figura 9.7 mostra a possível evolução da reação dos usuários quanto às funcionalidades de um produto. Um bom produto faz com que os clientes tenham a impressão de que ele é bacana, mas que ainda faltam algumas coisas. O fato do produto ser bacana motiva os clientes a contribuírem com sugestões para a sua melhoria. Assim, o produto chega a uma nova versão, atendendo àquilo que os clientes pediram. Novas versões fazem com que o produto evolua até atingir seu ápice. A partir daí, se não há o devido cuidado, o produto começa a ficar infeccionado por excesso de funções, a chamada funcionalite, e os usuários começam a ficar insatisfeitos.

Figura 9.7 – A evolução de um produto e o nível de satisfação de seus usuários.

Capítulos

Prefácio da 3ª edição (rolling edition)

Embarcando na viagem ágil, por Cláudio Machado

Prefácio da 2ª edição

Dos pesquis aos bahs e tchês, passando pelas Cataratas do Iguaçu, por Carolina Borim

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